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Escritórios de Advocacia em risco cibernético, entenda porque

Um falso advogado é acusado de aplicar golpes em clientes no Rio de Janeiro. Ele usava uma falsa procuração e dados de outros escritórios para realizar os golpes. Durante a pandemia da Covid-19, os crimes de estelionato cresceram cerca de 70%, de acordo com o ISP (Instituto de Segurança Pública).


Os dados foram roubados por um ex-estagiario que teve acesso a documentos, procurações e até mesmo dados pessoais de clientes que foram aliciados durante meses, onde ele auferia lucros financeiros por representação jurídica caracterizando exercício ilegal da profissão.

Garantir a segurança física e cibernética é mais do que um diferencial competitivo: é algo necessário e fundamental para os negócios. Isso porque, junto com os benefícios do mundo digital, não se pode negar que o número de ameaças e ataques também vem evoluindo rapidamente. Inacreditavelmente inclusive nos meios físicos, que as pessoas afirmar ter uma ar de "credibilidade muito maior".


Sendo assim, proteger a reputação da marca, impedir o vazamento de informações e evitar prejuízos financeiros e operacionais causados por falta de segurança física e cibernética com processos internos que possam inibir fraudes são itens que devem estar na pauta dos escritórios de advocacia – sobretudo da área jurídica, que costuma lidar com dados pessoais, sensíveis, críticos e sigilosos.


Escritórios de advocacia e setores jurídicos de empresas são áreas bastante vulneráveis a ataques e incidentes na Internet. Por isso, necessitam de atenção redobrada quanto à sua segurança cibernética – também chamada de cyber security.


Isso se deve ao fato de que os advogados, geralmente, trabalham com dados críticos e estratégicos – os tornam alvo de atenção de hackers. Seja por meio das vulnerabilidades digitais nos sistemas utilizados ou pela natureza humana inevitavelmente suscetível a erros, a área jurídica se torna uma oportunidade para a ação maliciosa, não só externa como interna no caso de ex-colaboradores e estagiários, estes que passam desapercebidos.

No âmbito do Direito, são diversos os casos de ataques virtuais. Ransomwares, phishing ou DDoS são alguns dos mais comuns. Além disso, um simples e-mail com o vírus malware anexado pode ser o suficiente para alguém mal-intencionado violar arquivos importantes.

Mesmo assim, muitos profissionais e negócios do ramo desconhecem qual a importância da prevenção contra ameaças digitais e, por este motivo, ainda não têm uma cultura adequada ou política clara de segurança física e cibernética.


Uma forte conscientização de todos os funcionários dos escritórios quanto às medidas preventivas contra cibercrimes precisam ser adotadas, outras soluções eficientes para que você proteja seus dados e de seus clientes também precisam ser adotadas como:


"Armazenamento em Nuvem, Backups, Softwares Jurídicos, Investimentos em TI, Criptografia e Antivírus (pago) podem dar acima de tudo a segurança de acesso e a conformidade que seu escritório necessita."


Seu escritório Hoje, tem segurança física e cibernética adequada ou o mínimo que ele realmente precisa?


Comente aqui em baixo.



Damiao Oliveira CDPO - Somaxi Group

Jornalista DRT 6688/SC Repórter ANPPD – Portal de Notícias

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